segunda-feira, 31 de outubro de 2011
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
Destrua a auto-estima do seu filho
- Rejeite a criança. A rejeição pode se dar de várias formas e é possível iniciar o processo desde o momento em que ela esteja no útero materno, com pensamentos sobre o quanto esse filho vai dar trabalho e gastos financeiros. Os filhos ocupam muito tempo com as suas tolices e assuntos infantis, você é um adulto muito ocupado e não terá tempo para ouvir as conversas das crianças. O ultimo grau de rejeição, o mais intenso, é o abandono. Deixar o filho com o pai ou a mãe ou com outras pessoas, e nunca mais o visitar. Esse é um dos métodos mais poderosos.
- Descarregue tudo na criança. As suas frustrações, raivas, mágoas, você tem que descarregar em alguém. Descarregar na criança é óptimo. Ela não sabe se defender, não tem discernimento e fica a pensar que ela é a culpada pelos seus aborrecimentos e sofrimentos. E ela ainda fica depois tentando agradá-lo para compensar o mal que ela lhe fez. Não é óptimo ver a criança boazinha tentando receber aprovação?
- Faça tudo pelos filhos. Não permita que eles tentem, arrisquem, nem que eles errem. O seu papel é proporcionar uma vida sem sofrimentos. Eles não devem se frustrar jamais. Se você pode fazer por eles, porquê deixar que eles tentem sozinhos? Se você permitir que eles façam algo vai ter bagunça, vai demorar mais, vão errar, e não fica tão bem feito como você faria... Por isso arrume tudo por eles, faça a comida, faça inclusive as tarefas da escola; diga sempre o que eles devem fazer e como devem fazer. Isso prova o quanto você ama e se preocupa com o seu filho. Talvez você possa prosseguir fazendo isso até mesmo depois de ele se tornar um adulto. Não seria óptimo se você pudesse até acompanhá-lo no trabalho?
- Cobre muito. O seu filho tem que ser alguém na vida. O mundo é muito competitivo e você tem que pressionar e cobrar o tempo todo. Cobre perfeição: notas, arrumação, educação, postura, alimentação, cursos, desporto. Só os melhores vencem e conseguem bons empregos. Todos os marrões têm óptimos empregos e excelentes relacionamentos sociais e são os mais felizes. As coisas têm que ser feitas da sua maneira sempre, pois você sabe o que é melhor para eles. Cobre deles que façam como você faria. E quando errarem, use a estratégia anterior já mencionada de criticar bastante. Só elogie quando eles fizerem exactamente do jeito que você faria.
- Compare-os negativamente com outras pessoas. Se você tem um filho que tem uma qualidade que sobressai, não o elogie. Mas diga aos demais filhos o quanto eles deveriam ser como o outro: "Seja como o seu irmão... veja, o seu irmão não faz isso... o seu irmão é muito mais estudioso... o seu irmão consegue tudo, o seu irmão é tão educado". A mensagem implícita que a criança entende é: "ele é melhor do que você, você não consegue nada, ele tem mais valor para nós do que você, você decepciona-nos e o seu irmão só nos dá alegria". Quem sabe assim a criança se fortalece e tenta ser igual ao irmão prodígio ? Ah sim, vale também compará-lo com as crianças de outras famílias. Veja sempre as qualidades dos filhos dos outros e compare-os aos seus filhos. Diga directamente aos seus filhos o quanto Joãozinho, o filho da vizinha, é estudioso, simpático, bom filho e que eles deveriam ser assim também. A criança ficará super estimulada com isso e dois dias depois estará comportando-se tal qual o Joãozinho. Faça isso também em conversas com outras pessoas, elogiando os filhos dos outros entusiasticamente à frente dos seus filhos -e passe a mensagem indirectamente para eles.
- Critique o seu filho à frente de outras pessoas. Você o critica dentro de casa em particular, e não surte efeito. Curiosamente ele não muda de comportamento e fica até pior. Então use outra estratégia. Quando estiver com o seu filho na frente de amigos, da empregada, do cabeleireiro, fale de todos os defeitos e comportamentos que você reprova nele. Com esse tratamento de choque, ele ficará envergonhado e pouco tempo depois passará a ser um anjinho. Isso é óptimo para que a criança deixe de roer unhas, fazer xixi na cama ou para que ela tire notas melhores.
- Faça os seus filhos sentirem-se culpados. A chantagem emocional é uma excelente ferramenta para isso. Para que eles ajam conforme a sua vontade -que é sempre a melhor forma é claro- você tem que manipulá-los de alguma forma. Diga o quanto você se dedicou a eles, o quanto abdicou da sua vida, e como eles são ingratos (quando não fazem o que você deseja, é claro).
- Faça de tudo para que o seu filho seja o seu clone ou para que ele seja tudo o que você queria ter sido e não conseguiu. O papel do filho é dar orgulho aos pais sendo igual a eles, ou dando a alegria de realizar o que os pais tentaram ser e não conseguiram. Se o seu filho tiver aspirações diferentes, o desejo de ter outras profissões e um estilo de vida que foge do que você idealizou, critique-o bastante, rejeite, reprove. Ele tem que sair do caminho errado de querer ser feliz e voltar para o caminho certo -que é fazer os pais felizes.
sábado, 27 de fevereiro de 2010
Mães e Pais, talentos iguais
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
Moms just wanna have fun
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Onde está a culpa do pai?
O panorama parece de facto preocupante, pois indicia, tal como estudos anteriores, que existe uma relação entre o facto de a mãe ter um emprego e o risco de obesidade infantil. "Pouco se sabe sobre os potenciais mecanismos subjacentes a esta relação", dizem os investigadores. Os resultados do actual estudo parecem indicar que uma maior flexibilidade nos horários de trabalho poderá contrariar esta tendência, mas este efeito não ficou confirmado.
Onde está o pai?
A situação profissional dos pais das crianças não foi tida em conta no estudo. Os autores argumentam que isso se deve ao facto de "os padrões de trabalho dos homens terem evoluído relativamente pouco nas últimas décadas", ao passo que os das mulheres mudaram radicalmente. Mas esta poderá ser de facto uma falha do estudo, pois não tem em conta as famílias onde a mãe trabalha e o pai trata dos filhos. "Os autores do estudo não verificaram se os pais estavam ou não presentes em casa", lê-se no Guardian, que publicou um artigo relativamente crítico em relação aos resultados.(...)" (veja o artigo completo aqui)
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
Pais e Partos, boa ideia ou não?
"Há poucas horas que sou papá. Fui assistir ao parto e a sensação e a expectativa de conhecermos o nosso primeiro filho é fantástica. Juntar essas sensações à de ver acontecer o milagre da vida deixa-nos completamente eufóricos.
"Basta uma rápida pesquisa no Google para encontrar comentários de pais que não só não se arrependem como recomendam a outros pais que assistam ao nascimento dos filhos. Mas Michel Odent, um reconhecido obstetra francês, vem agora quebrar a euforia em torno da humanização dos partos. "O ambiente ideal de um nascimento não envolve homens", disse numa conferência anual do Royal College of Midwives (faculdade britânica que forma parteiras).
O especialista defende que as mulheres terão mais problemas se os homens estiverem presentes naquele momento: o parto pode ser mais longo e doloroso porque a mãe sente a ansiedade do pai e fica mais nervosa. A presença dos homens também "produz adrenalina, o que diminui a produção de uma hormona vital para o parto; se a mulher não consegue produzi--la, não consegue ter contracções e tudo se torna mais difícil".
Em última instância, Odent acredita que a presença masculina pode levar a uma cesariana, ao fim do casamento devido à perda de atracção sexual e até a perturbações mentais.
No entanto, os especialistas portugueses discordam. Pela humanização do parto, o pai deve estar presente. "Ninguém mais deve estar ali - nem a mãe, nem a irmã, nem a madrinha -, apenas o marido, que, no fundo, é cúmplice naquela situação. Um filho é sempre de duas pessoas", defende Luís Graça, presidente do Colégio de Obstetrícia e Ginecologia da Ordem dos Médicos.
Para justificar a sua posição polémica, Michel Odent relembra a sua experiência: 50 anos de envolvimento em nascimentos de crianças em casas e hospitais em França, Inglaterra e África. "O melhor ambiente que conheço para um nascimento fácil é ninguém rodear a mulher em trabalho de parto para além de uma parteira silenciosa e experiente", disse Odent ao "Observer". "O nascimento é mais fácil e rápido que quando estão outras pessoas à volta, especialmente figuras masculinas - maridos e médicos."
Luís Graça considera esta opinião extremista e usa os seus 30 anos de experiência como argumento para defender um parto aberto aos pais. "No caso de um parto vaginal, ter alguém ao lado durante aquelas horas é uma segurança. Desde que o pai queira e a mulher o deseje, não vejo qualquer obstáculo."
Mas há excepções: cesarianas - em que só entram pessoas com experiência de bloco operatório; e partos por ventosa - "agressivos para quem não está habituado"."Não há razões para traumas quando a perspectiva que o pai vai ter, ao lado da cabeceira da mulher, é a que a mãe tem do bebé", argumenta Fernando Cirurgião, director do serviço de Ginecologia e Obstetrícia do Hospital de São Francisco Xavier.
Recordando que só o período da dilatação pode demorar horas, o especialista diz encontrar apenas vantagens em alguém dar apoio emocional à mulher. "O que acontece muitas vezes é que acabam por sair na altura exacta do parto porque não se sentem preparados.
Antes disso, é melhor que o pai acompanhe a mãe naquelas horas de dilatação e contracções, que sem ninguém ao lado seriam mais dolorosas." Deve apenas ser evitado que o pai "demasiado curioso" assista "ao período expulsivo do lado do obstetra" ou assista sem estar emocionalmente preparado.
(Fonte i online aqui.)
Este é um assunto delicado, dado às mais variadas opiniões.
Sim, já surgiram muitos depoimentos de homens que acusaram falta de desejo depois de terem assistido ao parto dos seus bebés.
Outros simplesmente desmaiaram no ato... rs
Outros adoraram a experiência -um sensível relato na "primeira pessoa do masculino" aqui.
E há maternidades sem pais presentes, como no famoso caso da Octomom:
Mais sobre ter ou não ter bebés aqui... rs
E sabia que a possibilidade de transplante de útero está mais próxima? Leia aqui
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
Adeus, filha!

Jaycee Lee Dugard viveu em cativeiro desde os onze anos
"Jaycee Lee Dugard, a jovem que reapareceu em El Dorado, na Califórnia, 18 anos depois de ter sido raptada com apenas onze anos, teve dois filhos do seu alegado raptor, o primeiro quando tinha 14 anos. Os suspeitos responsáveis pelo seu cativeiro, Phillip Garrido, de 58 anos, e a sua mulher, Nancy Garrido, de 54, estão detidos.Ontem soube-se que a jovem tinha aparecido numa esquadra da polícia e que estavam a ser realizados testes de ADN. O reencontro com a mãe já aconteceu."
(ver notícia completa em Público aqui e aqui e no i online aqui http://www.ionline.pt/conteudo/20369-americana-sequestrada-ha-18-anos-reencontrou-mae---video e aqui: http://www.ionline.pt/conteudo/20448--e-uma-historia-comovente-diz-raptor-jaycee-dee-dugard e aqui: http://www.ionline.pt/conteudo/20465-jaycee-dugard-presa-18-anos-no-jardim-um-fanatico)
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Adolescente que queria dar a volta ao mundo foi retirada aos pais
"O tribunal de menores de Utrech decidiu hoje que Laura Dekker deve ser retirada aos pais e proibiu a adolescente de dar a volta ao mundo de barco, sozinha.
A rapariga de treze anos queria bater o recorde da pessoa mais jovem a dar a volta ao mundo de barco. Pretendia sair da Holanda a 1 de Setembro, dia em que completa 14 anos, e sempre contou com o apoio dos pais para "realizar o sonho".
O caso tem gerado grande polémica na Holanda, pela idade da menor e pela autorização concedida pelos pais. Esta manhã, o tribunal decretou a entrega da adolescente de 13 anos a uma tutela provisória e decidiu abrir um inquérito sobre o caso."
(ver notícia completa no i online aqui: http://www.ionline.pt/conteudo/20376-adolescente-que-queria-dar-volta-ao-mundo-foi-retirada-aos-pais e no Público aqui: http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1398130&idCanal=11 )
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É mais fácil ter filhos homens?!
Estes casos dão-nos muito que pensar...
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terça-feira, 21 de julho de 2009
Babysitter = Qualidade de Vida

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"A vida de Gisela Campos, Susana Gonçalves, Vera Eloy e Inês Sousa mudou. E não foi por causa de um retiro espiritual ou do Euromilhões. A razão é bem mais simples: babysitters. "Ter um filho 24 horas por dia, sete dias por semana ao nosso cuidado é muito desgastante. É importante ter tempo livre para sair do ritmo deles. Tudo nas crianças é mais acelerado. Eles precisam de muita atenção e querem tudo para ontem".
(...)
A terapeuta familiar Catarina Mexia aconselha todos os pais a terem momentos a dois. "Para o casal é muito importante desligar da rotina do dia-a-dia. Os filhos são uma fonte de stresse constante", diz a especialista. E não é só para os adultos que há vantagens. "As crianças têm de aprender a lidar com a ansiedade da separação, faz parte do crescimento. Caso contrário, em adultos não vão saber gerir as ausências."
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Leia a matéria completa de Vanda Marques no i online aqui: http://www.ionline.pt/conteudo/14379-como-babysitter-mudou-minha-vida
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E em pequeno se aprende que o Amor é também feito disso: presenças e ausências, alegrias e saudades, respeito pelo espaço, liberdade e individualidade do outro.
E descobrir que no próprio espaço, também existe a liberdade de se divertir sem a presença do outro. Ou com outros que não põem em causa o nosso amor maior.
Filhos, Mães e Pais, todos podemos aprender.
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(Até Uma Thurman continua a aprender:
http://www.ionline.pt/conteudo/15520-as-limitacoes-que-maternidade-trouxe-uma-thurman )
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sábado, 11 de julho de 2009
As Birras dos Filhos
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O psicoterapeuta Vasco Catarino Soares dá algumas pistas sobre como superar as birras quando estas já estão em fase mais avançada.
Começar cedo a criar hábitos é a primeira etapa para evitar as teimas frequentes.
A disciplina é importante, desde que aplicada com justiça e tendo em conta a fase de desen-volvimento da criança.
No entanto, as regras só fazem sentido quando a relação é marcada pela afectividade.
Amar, brincar e valorizar são as três premissas que todos os pais devem utilizar na sua relação com os filhos.
E chantagear ou ameaçar a criança é o comportamento a evitar.
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1.º passo Primeiro é preciso tempo. A criança precisa do confronto com o adulto para conhecer os seus limites e saber lidar com a frustração de não ter tudo aquilo que quer. E estas duas aquisições (resultantes das birras e do modo como são geridas) vão ser muito importantes para o seu desenvolvimento pessoal.
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2.º passo É preciso fazer uma selecção das birras. A criança deve poder ganhar pequenas batalhas, como, por exemplo, escolher o livro que os pais lhe vão ler antes de ir para a cama ou comer uma banana em vez de morangos. Os educadores podem aceitar esse tipo de recusas ao mesmo tempo que procuram estimular a criança a argumentar sobre as razões da discórdia. Em contrapartida, há que ser firme face a tudo o que a ponha em perigo (andar de carro sem cadeirinha, mexer na gaveta dos talheres), que a prejudique (deitar-se tarde, comer demasiados doces ou usar sandálias no Inverno), e que a faça sentir-se a dona dos pais e da casa (dar pontapés à mãe durante a birra, exigir brinquedos, etc.).
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3.º passo Não entrar em grandes explicações morais sobre a razão por que a criança não pode fazer o que quer, nem apelar aos seus sentimentos. Recorrer à frases como "olha que a mãe fica triste? só enerva mais a criança e dá-lhe mais espaço para aumentar a birra. O sentimento de culpa (sem razão) não desarma a génese do capricho e prejudica a formação do amor-próprio.
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4.º passo Não ceder a meio de uma birra. Se os pais concluem que não devem fazer a vontade, não devem desistir, mas nunca confundir rigidez com agressividade. Os educadores podem até concluir mais tarde que deviam ter cedido, mas têm a possibilidade de o fazer numa próxima ocasião. Alterar as regras a meio da birra provoca uma grande ambivalência e dificulta à criança a apreensão das regras e dos limites.
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5.º passo É igualmente importante demonstrar à criança que pode chorar (até faz bem), queixar-se e procurar consolo no seu colo ou com a ajuda de algum objecto de conforto. É fundamental que os adultos ajudem as crianças a acalmar--se. Não usar o choro para as diminuir: "És um mariquinhas" ou "olha o bebé chorão" são comentários desnecessários, que humilham o seu filho. O que se pretende é que a criança vá deixando de fazer birras. Com tempo e persistência, obtêm-se resultados.
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6.º passo Depois de os ânimos serenarem, a criança deve ser valorizada por ter conseguido acalmar-se sem o seu desejo ter sido satisfeito.
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7.º passo Nas birras em contexto escolar é fundamental que pais e educadores estejam de acordo. Em caso algum devem entrar em desacordo em frente da criança, pois esta vai tirar partido destas diferenças. Em situações extremas, em que os pais tenham a sensação de que já não controlam a situação, não hesitar em procurar apoio profissional.
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(fonte i online aqui: http://www.ionline.pt/conteudo/12764-sete-etapas-derrotar-as-birras-do-seu-filho )
E a palmada, é ou não uma hipótese a considerar?
Veja as respostas dos especialistas aqui.
Filhos, tê-los ou não tê-los ? Porque não, aqui.
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quinta-feira, 9 de julho de 2009
Os Pecados dos Pais

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"Esta história começa por acaso: um professor em Viana do Castelo teve um dia difícil, enfrentou "pais que choram porque não têm o que dar aos filhos para comer", e sofreu com uma profissão que, ao "lidar com pessoas e emoções, se torna desgastante e absorvente".
Contra tudo isto, Luís Sottomaior Braga, presidente do conselho executivo do agrupamento das escolas de Darque, em Viana do Castelo, e professor de História há quinze anos, decidiu criar uma petição online que pede a "responsabilização efectiva das famílias nos casos de absentismo, abandono e indisciplina escolar.
"Nunca imaginou as proporções que o documento ganharia: desde 24 de Março que está online e ao fim de dois dias o site contava já com 2.500 assinaturas. A iniciativa foi ontem discutida em plenário na Assembleia da República, com 13.500 signatários (para ser levada a plenário, uma petição necessita apenas de 4.000 assinantes).
A petição propõe "criar mecanismos administrativos e jurídicos" para responsabilizar os pais: "medidas sancionatórias às famílias negligentes, com multas."
Rever, portanto, o Estatuto do Aluno - recentemente alterado pelo governo socialista - que não prevê medidas sancionatórias e, segundo o professor, não está adaptado à realidade.
Para Luís Braga, a multa ou cortes nos benefícios sociais teriam um efeito inibidor por receio das sanções. "Uma das coisas que faz mexer as pessoas é o dinheiro. Daí que fale em multas."
E questiona: "Fará sentido uma família que não cumpre o seu dever de ir à escola e de preocupar-se com a educação do filho, ter direito ao abono de família?"
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(Fonte i online
ler a continuação aqui: http://www.ionline.pt/conteudo/12430-debate-pais-devem-pagar-pelos-erros-dos-filhos-na-escola#comentar )
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quarta-feira, 1 de julho de 2009
Mãe Biológica

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Para mim ser mãe foi uma experiência primitiva,
visceral, animal.
E ao mesmo tempo, espiritual.
Não ligava muito a crianças até engravidar.
Quando isso aconteceu, acordou em mim um instinto
uma força
cujas raízes vinham do mais profundo da terra
terra mãe, natureza, barro, pedra, pulsação
e uma energia
imensa, latente, luminosa
que jorrou até ao céu
e trouxe Deus para dentro de mim.
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Por isso eu entendo a batalha da mãe do Martim.
E fico feliz porque já conseguiu uma vitória.
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Mais detalhes aqui:
http://www.ionline.pt/conteudo/12614-martim-vai-ser-transferido-instituicao-em-carcavelos-na-2-feira
http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1389714&idCanal=62
http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1389732
http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1390865&idCanal=62
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