Sexta-feira, 11 de Novembro de 2011

11/11/11


Porque seria tão bom estar directamente conectado
ao que existe de mais primitivo e autêntico no mundo e em nós
(a voz de Deus ? o ritmo da Natureza ? 
o nosso instinto e sabedoria intrínseca ?)
E não se deixar contaminar pelo ruído
do egoísmo, maledicência e mesquinha vontade alheia,
das necessidades impostas daquilo que não nos é necessário,
das dúvidas, incertezas e inseguranças 
quanto ao caminho que devemos trilhar,
porque há uma voz, interior, que sabe
e é essa que devemos ouvir e queremos seguir
A que amplia o bem, a tolerância e a aceitação
Do outro e da vida como ela é.
A que nos despe de tudo o que é para impressionar os outros
e nos pacifica com a sua/nossa simplicidade.




Num mundo em redemoinho
busquemos o centro
e meditemos:


(meditar é ouvir a voz da nossa alma -ou o que lhe queiram chamar- sem as razões pré-formatadas que habitualmente nos tentam manipular) 

Fonte: Anjo de Luz

Segunda-feira, 31 de Outubro de 2011

Igualdade ?

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Ainda falta muito...
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Domingo, 14 de Agosto de 2011

Wabi Sabi e a Arte da Imperfeição

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por Adília Belotti .

Não sei quanto a você, mas eu ando definitivamente exausta de correr atrás da perfeição.
No outro dia apanhei-me a medir as toalhas de banho dobradas para que elas formassem impecáveis pilhas no meu armário. Uma amiga diz-me que arruma os frascos de tempero por ordem alfabética?! E o pediatra solta um comentário bem-humorado sobre mães que se sentem pessoalmente insultadas quando seus filhos ficam com gripe. Como se a gripe fosse uma espécie de tinta que manchasse a perfeição dos seus pimpolhos...
O nosso índice de tolerância aos "defeitos de fabricação" do universo anda mesmo muito baixo. E isso nos torna a espécie mais reclamona do universo, provavelmente a única -mas tenho algumas dúvidas se bois e vacas interiormente não reclamam daquelas moscas sempre em volta dos seus rabos...
Passamos um bocado de tempo tentando caber nas molduras que inventamos para nós. Isso quando escapamos de tentar vestir à força as expectativas que OUTROS criaram para NÓS.
Senão, digam-me porquê oss seres humanos razoáveis investiriam tanto tempo, dinheiro e energia para tentar recuperar a imagem que tinham aos 18 anos?
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Por estas e por outras tantas quando terminei de ler aquele livrinho senti que tinha recebido uma revelação divina! É só um livreto, mas, ao contrário, desses livros bonitinhos que compramos como se fosse um cartão para dizer “Feliz Aniversário” ou “Como eu gosto de você”, não é tão fácil assim de ler. Muito menos de pôr em prática os conselhos da autora.
O título em inglês é The Art of Imperfection ou A Arte da Imperfeição. Porque é disto que Véronique Vienne fala no seu pequeno livro: das formas de perceber a beleza que se esconde nas frestas do mundo perfeito que tentamos, sempre em vão, construir para nós.
Você conhece aquela história de que os tapetes persas sempre tem um pequeno erro, um minúsculo defeito, apenas para lembrar a quem olha de que só Deus é perfeito? Pois é, a Arte da Imperfeição começa quando a gente reconhece e aceita nossa tola condição humana.
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Véronique Vienne dividiu o seu manual em dez capítulos de títulos muito sugestivos:
a arte de cometer erros, a arte de ser tímido, a arte de se parecer consigo mesmo, a arte de não ter nada para vestir, a arte de não ter razão, a arte de ser desorganizado, a arte de ter gosto, não bom-gosto, a arte de não saber o que fazer, a arte de ser tolo, a arte de não ser nem rico nem famoso.
E encerra o livro com 10 boas razões para ser uma pessoa comum. “A história está cheia de criaturas incompetentes que foram muitíssimo amadas, desajeitados com personalidades cativantes e gente tola que encanta a todos com o seu jeito despretensioso.
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O segredo? Aceitar as nossas falhas com a mesma graça e humildade com que aceitamos as nossas melhores qualidades”, ela diz. E propõe: “Perdoe a si mesmo. (...) Você não precisa ser perfeito para ser um ser humano bem-sucedido.
De fato, com mais frequência do que imaginamos, o desejo de acertar impede as coisas de melhorarem e a necessidade de estar no controle aumenta a desordem e o caos”.
A Arte da Imperfeição, no entanto, não se limita ao reconhecimento das imperfeições humanas. Também tem a ver com o nosso jeito de olhar para as coisas mais banais, mais corriqueiras e vê-las com outros e mais benevolentes olhos.
Leonard Koren, um designer americano, publicou alguns livros tentando revelar para o nosso olhar ocidental as delicadezas do olhar wabi sabi.
Wabi sabi é a expressão que os japoneses inventaram para definir a beleza que mora nas coisas imperfeitas e incompletas. O termo é quase que intraduzível.
Na verdade, wabi sabi é um jeito de “ver” as coisas através de uma ótica de simplicidade, naturalidade e aceitação da realidade.
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Contam que o conceito surgiu por volta do século 15:
Um jovem chamado Sen no Rikyu (1522-1591) queria aprender os complicados rituais da Cerimônia do Chá. E foi procurar o grande mestre Takeno Joo. Para testar o rapaz, o mestre mandou-o varrer o jardim. Rikyu lançou-se ao trabalho feliz. Limpou o jardim até que não restasse nem uma folhinha fora do lugar. Ao terminar, examinou cuidadosamente o que tinha feito: o jardim perfeito, impecável, cada centímetro de areia imaculadamente varrido, cada pedra no lugar, todas as plantas caprichosamente ajeitadas. E então, antes de apresentar o resultado ao mestre Rikyu chacoalhou o tronco de uma cerejeira e fez caírem algumas flores que se espalharam displicentes pelo chão. Mestre Joo, impressionado, admitiu o jovem no seu mosteiro. Rikyu virou um grande Mestre do Chá e desde então é reverenciado como aquele que entendeu a essência do conceito de wabi-sabi: a arte da imperfeição.
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O que a historinha de Rikyu tem para nos ensinar é que estes mestres japoneses, com sua sofisticadíssima cultura inspirada nos ensinamentos do taoísmo e do zen budismo, conseguiram perceber que a ação humana sobre o mundo deve ser tão delicada que não impeça a verdadeira natureza das coisas de se revelar.
E a natureza das coisas é percorrer seu ciclo de nascimento, deslumbramento e morte; efêmeras e frágeis. Eles perceberam a beleza e elegância que existe em tudo que é tocado pelo carinho do tempo. Um velho bule de chá, musgo cobrindo as pedras do caminho, a toalha amarelada da avó, a cadeira de madeira branqueada de chuva que espreguiça no jardim, uma única rosa solta no vaso, a maçaneta da porta nublada das mãos que deixou entrar e sair.
Wabi sabi é olhar para o mundo com uma certa melancolia de quem sabe que a vida é passageira e, por isso mesmo, bela.
Para os olhos artistas de Leonard Koren wabi sabi é inseparável da sabedoria budista que ensina:
Todas as coisas são impermanentes
Todas as coisas são imperfeitas
Todas as coisas são incompletas
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Então olhar para elas de um modo wabi sabi é ver:
A beleza que existe naquilo que tem as marcas do tempo (a velha cadeira de balanço com a sua pintura já gasta tomando o solzinho que entra pela janela é wabi sabi)
A beleza do que é humilde e simples (em vez de sofisticado e cheio de ornamentos inúteis)
A beleza de tudo o que não é convencional (quer algo mais wabi sabi do que servir à luz de velas e em toalhas de renda um simples hamburguer?)
A beleza dos materiais que ainda guardam em si a natureza (wabi sabi é definitivamente papel, algodão, velhos e nobres tecidos, nada de plástico)
A beleza da mudança das estações (que tal experimentar descobrir os primeiros verdes fresquinhos e brilhantes que anunciam a primavera?).
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A Arte da Imperfeição é ver a vida com a tranquilidade de quem sabe que a busca da perfeição exaure nossas forças e corrói nossas pequenas alegrias.
Porque, como disse Thomas Moore, “a perfeição pertence a um mundo imaginário”. No nosso mundo verdadeiro, aqui e agora, que tal abrir os olhos para o estilo wabi sabi?

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(mais sobre A Arte da Imperfeição aqui...)

Quinta-feira, 21 de Julho de 2011

Talentos todos temos*




"Às vezes, o fogo de um talento fica abafado uma vida inteira. E os dons não utilizados criam bloqueios de energia e diminuem a força vital.
Todos temos uma meta e podemos estar nos movimentando em sua direção ou nos afastando delas.
Se a abraçamos, nós nos tornamos ela e então ela é que nos apóia, nos dando o poder de atingirmos novos cumes, passo a passo.
Quando nos recusamos a arriscar um passo, uma parte de nós morre.
Não existem acasos; todos receberam as perfeitas ferramentas, capacidades e oportunidades para criar seus mais altos destinos. Cabe a nós usarmos o que nos foi dado.
Não encontraremos melhor conselheiros, para nos orientar sobre nossos talentos e nosso potencial, do que aquele que reside em nosso interior. Por isso, recorra sempre a ele, solicitando esclarecimentos nas meditações ou durante o sono.
Faça um retiro, use todas as ferramentas à disposição, insista..."

Origem, Somos todos Um
Foto: Sandra V. Costa

"Quando usamos os nossos talentos somos nós. É a nossa energia em acção. Se os descobrimos temos a obrigação de os honrar..se ainda não os tivermos descoberto devemos procurá-los em nós...

Ao honrar os meus talentos sinto uma alegria sem igual
Sinto-me especial e única
O medo desaparece
Sinto-me VIVA e parte da Vida
Sinto-me Abençoada
Sou"

Sandra V. Costa

Terça-feira, 28 de Junho de 2011

Amor combina com leveza. Livre-se do seu "peso morto"!

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 Rosana Braga 


Quantos quilos de peso morto você tem carregado? Há quanto tempo? Arrependimentos inúteis, raivas que não acabam nunca, lamentos pelo que não deu certo, vitimização, insistência na dor, resistência às mudanças... Argh! Isso pesa! E pesa muito! E é peso inútil. Não serve para absolutamente nada! Ou melhor, serve para te deixar mais lento, quando não parado! Serve para te fazer acreditar que a vida é realmente muito difícil e talvez até questionar se tudo isso vale mesmo a pena...

Claro que todos vivenciam frustrações, perdas, tristezas e dúvidas. Faz parte da dinâmica da vida e dos relacionamentos. Afinal, amar é um exercício de aprendizagem. É a partir do encontro com o outro que percebemos com maior clareza quem somos nós. Mas, acredite, o amor está muito mais para a leveza do que para as neuras desenfreadas e sem bom-senso.

Portanto, livre-se dos seus pesos inúteis o quanto antes! E se você não tem a menor ideia de por onde começar, sugiro que faça uma bela limpeza no seu guarda-roupas. Isso mesmo: abra as portas, ponha tudo para fora e comece a separar o que realmente gosta e usa, daquilo que vem guardando há anos sem nem sequer se lembrar que tem. Ou seja: não usa, talvez nem goste mais, mas continua a manter ali, a ocupar um espaço que poderia servir para arejar o ambiente -o que é essencial para manter as suas roupas mais perfumadas e organizadas.

O que é que isso tem a ver com o amor? Bem, estou a sugerir um exercício externo para que compreenda a importância e a dinâmica do que é preciso ser feito internamente. Além do que, convenhamos, a sensação de leveza e bem-estar que ganhamos ao revisitar e reorganizar os nossos armários tem, sem dúvida, tudo a ver com a sensação que sentimos quando nos livramos de sentimentos e auto-punições inúteis, velhas, ultrapassadas e que não nos têm ajudado em nada na busca pela felicidade e pelo amor que tanto merecemos!

Depois dessa limpeza externa, se continuar confuso quanto ao que é preciso, definitivamente, tirar de dentro de si, pegue em duas folhas de papel e numa caneta. Na primeira folha, escreva tudo o que reconhecer de bom em si. Seja generoso e abundante, sem ser prepotente, é claro! Seja também detalhista. Em vez de usar apenas adjectivos genéricos, tente fazer deste papel uma espécie de inventário sobre si, ou seja, personalizado. Resgate momentos marcantes de sua vida e anote como você foi admirável. O que fez? Como fez? Por exemplo: num relacionamento o outro cometeu um deslize e, ao pedir perdão, em vez de rebaixá-lo, mostrar-se superior ou responsabilizá-lo por tudo o que estava insatisfatório na relação... você conseguiu ouvir, ponderar, reflectir sobre a sua participação nessa insatisfação. Enfim, agiu como parceiro e não como inimigo.

Na segunda folha, escreva tudo o que conseguir admitir que não lhe serve mais. Talvez uma mágoa ressequida, uma desconfiança sem motivo real, uma excesso de crítica, crenças limitantes (do tipo "nenhum homem presta" ou "não existem mulheres sinceras"). Talvez o seu maior peso morto seja excesso de insegurança ou ansiedade, falta de auto-estima, enfim, desvalorização de quem você é e de tudo o que de bom existe em si. Escreva!

No fim, pegue a primeira folha com os seus predicados e guarde consigo. Sempre que se sentir incapaz de dar um passo adiante, recorra a ela e encontre as suas ferramentas internas. E quanto à outra folha com o peso morto, rasgue-a, destrua-a, acabe com ela! Jogue-a no lixo ou queime-a! 
E faça este exercício sempre que julgar necessário. Sempre que se sentir pesado demais para amar...

Certamente isto não vai acabar com todos os seus problemas, mas ajuda muito a nos deixar mais leves para encontrar soluções mais criativas e optimistas! Bom trabalho!


(fonte STUM)

Sábado, 18 de Junho de 2011

Domingo, 12 de Junho de 2011

Valei-me Sto António !

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Para quem por um amor desespera

E acredita em simpatias ou num ritual

Hoje é dia de soltar a mais cruel fera

Ou pedir aos céus que mandem "o/a tal"... :))

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De cabeça para baixo


Coloque a imagem de Sto António de cabeça para baixo dentro de um copo contendo água ou aguardente (oh, crueldade!). E prometa deixá-lo nessa triste (?) situação até encontrar o seu amor. Garantem que a resposta virá breve. 
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Numa fria


Olhe o Santo António bem de perto e diga-lhe que enquanto ele não lhe arrumar um(a) namorado/a, ficará no frigorífico. E depois ponha-o no congelador. Dizem que funciona bem depressa! 
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Sem o Menino Jesus


Esta simpatia consiste em retirar o Menino Jesus que está nos braços de Santo António e dizer ao santo que, se ele não lhe arranjar um/a) namorado/a, também não terá o pequeno de volta. Assim que conseguir um amor, devolva rapidamente a pequena imagem ao seu lugar. 
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Com a nota (ou moeda)

No dia 12 de Junho, coloque uma nota (ou moeda) entre o estrado da sua cama e o colchão. No dia seguinte ao sair de casa, dê o dinheiro ao primeiro mendigo que encontrar e pergunte-lhe o nome. Pode ser que o seu próximo amor tenha o mesmo nome. E você poderá verificar o tempo que vai demorar para conhecer essa pessoa, por meio da primeira vogal do nome do pedinte: A - dentro de um mês; E - em dois meses; I - em três meses; O - em quatro meses; e U - em cinco meses.


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Simpatias para quem está só

1) Abrir a porta da frente de casa para que Santo António permita a entrada de alguém especial na sua vida, dizendo: “Santo António, protector dos namorados, faça chegar até mim aquele/a que anda sozinho/a e que em minha companhia será feliz”. 

2) Acender uma vela rosa, de qualquer tamanho, num pires com mel e pedir ao Arcanjo Haniel a verdadeira realização afectiva.

3) Colocar um quartzo rosa dentro de um copo transparente, com água filtrada, e deixar no sereno, na véspera do dia de Santo António, pedindo tudo o que almeja para a realização afectiva - felicidade, respeito, harmonia, companheirismo, cumplicidade, afecto, dedicação, carinho, amor, compreensão, etc.
No dia seguinte, passar a água nos pulsos, para se articular sempre com equilíbrio; nos joelhos, para ter flexibilidade e respeitar o outro; no coração, para amar com sinceridade e que o amor seja pleno e digno.

(fonte VelhosAmigos)  


Mais simpatias aqui

Segunda-feira, 30 de Maio de 2011

CONSCIÊNCIA CORPORAL


Workshop com a Drª Silvia Patzsch


 “O Movimento do meu corpo é o meu pensamento corporificado

Desenvolve-se através da consciência dos movimentos que o

Meu corpo tem e da capacidade de fazer – ser.”

António Damásio


A Consciência Corporal é um dos caminhos ao autoconhecimento para o desenvolvimento pessoal e por consequência transpessoal. As aulas que desenvolve, com métodos integrados que traz das artes e terapias, procuram sensibilizar o nosso corpo físico e os órgãos dos sentidos. Uma observação introspectiva que permite uma melhor compreensão da Mecânica Corporal Básica e as suas emoções e assim conquistando a liberdade das partes conectadas com o todo como uma rede de apoio complementar.

O nosso potencial expressivo é o resultado da educação que recebemos e da informação que possuímos. A mente aprende a melhorar a faculdade daquilo que for praticado, seja corporal, emocional, mental ou espiritual (energético).

Cada pessoa tem as suas características, aptidões e habilidades e para fazer a leitura dessa unicidade que cada um de nós é, é necessário aceitarmos que somos o que acreditamos ser, para então darmos continuidade ao processo de desenvolvimento na caminhada em direção ao profundo desejo em criar saúde e satisfação em viver.


Metodologia Baseada em:

Técnicas teatrais: Experimentar e expressar sentimentos através de gestos, palavras, sons...

Técnicas de Dança contemporânea: Baseadas no movimento interno e externo do corpo e no melhor aproveitamento esquelético – articular - muscular...

Técnicas de terapias orientais: Baseadas no uso energético do corpo...


Data: 02 de Junho de 2011 (Quinta-feira)


Local: CPSB - Av. 5 de Outubro, nº 122, 4º Esq.

Horário: 19h00-22h00

Preço: 20,00€

Com: Dra. Silvia Patzsch
 
Confirmação obrigatória para: 21 793 53 26 ou geral@cfpsb.com

Inscrições limitadas
 
Para mais informações contacte a secretaria ou visite o website: 
www.schoolbiosynthesis.com



Workshop com a Drª Silvia Patzsch









Pequeno Histórico Curricular

Formada pela PUC/PR e Teatro Guaíra em Curitiba
Brasil – 1984 /89

Na Tempo Cia. de Dança
Técnicas de Dança Contemporânea – 1991/98

Terapia Corporal com o pedagogo e médico
Dr. Lauro Godoy desde 1990/2004


Desde 1998 que desenvolve e ministra oficinas, workshops e aulas individuais, envolvendo arte e educação. Primeiro para crianças, para jovens e posteriormente para adultos e pessoas de terceira idade. Tenho mantido um estudo contínuo sobre o ser humano e o seu desenvolvimento. O trabalho que tem vindo a desenvolver durante todos esses anos é baseado na sua experiência pessoal com as artes e terapias, na evolução das ciências cognitivas e outras, baseadas no empirismo oriental traduzidas para o ocidente, também co-relacionadas com a mecânica e física quântica. Entre elas a Neurociência, Anatomia Emocional, Corpo e Movimento, Anatomia e Fisiologia Humana, A Intuição, também em pesquisadores-cientistas-autores como António Damásio, Stanley Kelleman, Fritjof Capra, Rudolf Laban, Masaru Emoto, Daniel Goleman, Christiane Northrup, Dalai Lama, Wilhelm Reich, José Angelo Gaiarsa, Malcolm Gladwell, Eckhart Tolle, David Servan-Schreiber, Louise L. Hay, Simon Brow entre outros.

Segunda-feira, 14 de Fevereiro de 2011

Os Pássaros Solitários

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Do lado de um imenso muro de pedras voava um pássaro, como sempre sozinho, pensando na sua eterna solidão.

Do outro lado do mesmo muro outro pássaro também voava e lamentava o seu interminável isolamento.


Mas do alto de uma nuvem, bem acima de qualquer muro, dois anjos observavam a cena.


Um dos anjos comentou:

- Veja que maravilhoso! Que sincronismo de vôo! Isto é o verdadeiro amor.


O outro anjo questionou:


- Será que eles nunca se encontrarão?


O primeiro anjo respondeu:


- É claro que sim. Olhe, lá adiante, o fim do muro. Todo o muro tem um fim.


E completou:


- Mas se eles se arriscassem a voar mais alto, acima do muro, podiam encontrar-se hoje mesmo.



Autor desconhecido

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(saiba aqui mais sobre a paixão e o amor

Quarta-feira, 9 de Fevereiro de 2011

A força do amor total nos tempos da liberdade sexual

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Uma nova ética das relações entre homens e mulheres continua a abrir caminho. Esta ética não é imposta pela Igreja nem pela família, pela escola, pela moral ou pela lei

Até hoje, em todas as sociedades conhecidas, a actividade sexual foi regulada em pormenor pela sociedade e pela lei. Dos machos contava-se que desejassem todas as mulheres bonitas; das mulheres, pelo contrário, que se limitassem a desejar os homens que amavam ou então, por puro dever, se relacionassem sexualmente apenas com os maridos. No entanto, nos nossos dias este costume está a desaparecer. Muitíssimas mulheres dizem abertamente que quando vêem um homem que lhes agrada procuram não o deixar escapar. Exactamente como dantes os machos. Mas há também grupos de mulheres que procuram comportar- -se como antigamente os homens nos bordéis. Em algumas faculdades americanas, os rapazes festejavam o fim do ano contratando prostitutas que circulavam entre todos tendo relações com os que o desejassem, aplaudidos por todos os outros. Hoje também há raparigas que competem pelo maior número de rapazes com quem vão para a cama num ano escolar.

Isto leva-me a pensar que daqui a poucas dezenas de anos homens e mulheres poderão comportar-se como lhes apetecer, em público ou em privado, sem qualquer freio moral. No entanto, não quero com isto dizer que haverá uma promiscuidade total. Há, na realidade, uma força que se opõe a ela. Não se trata da Igreja, da família, da escola, da moral ou da lei. A única força capaz de lhe fazer frente é a paixão monogâmica, exclusiva e ciumenta. Mesmo que um homem e uma mulher se tenham habituado a ter relações sexuais promíscuas, quando se apaixonam desejam apenas a pessoa amada e não suportam que esta tenha contactos sexuais com outras.

O amor exige fidelidade absoluta. Uma mulher apaixonada escreve: "Não terei qualquer ligação com outro porque não quero estragar, conspurcar, os sentimentos maravilhosos que tenho por ti. Bastaria um contacto para poluir de forma irreparável a sua pureza. E o mesmo vale para ti."

É apenas porque existem a paixão e o amor totais que as pessoas continuam a casar-se, a viver juntas, a ter filhos. Mesmo que depois discutam e se separem. O sexo gratuito, que não tem regras nem freios, põe em causa esse amor, que resiste, que o rejeita, que o trava e obriga a disciplinar-se.

Do conflito entre o sexo promíscuo e o amor exclusivo está aos poucos a nascer um novo saber e uma nova ética do amor e do sexo. E eu tenho orgulho em ter passado a minha vida a escrever acerca deste assunto, que no futuro continuará a ganhar importância.

(fonte ionline

...e Valentim, não sejas santo ! (aqui)